quarta-feira, 26 de março de 2014

Itatiba recebe condomínio logístico


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Neste mês de março, a cidade de Itatiba recebe o seu primeiro condomínio logístico e industrial classe A.
Denominado Zimba Dom Pedro I e pronto para operar, o empreendimento tem 32.805 m² de área construída, dividida em blocos modulares que variam de 1.685 m² a 2.500 m². O condomínio tem comercialização exclusiva pela Colliers International Brasil e flexibilidade de operação e instalação para empresas dos mais diversos segmentos.

O Zimba Dom Pedro I tem localização estratégica, no km 94 da Rodovia SP-065 (Rodovia Dom Pedro I), próximo às principais rodovias do Estado de São Paulo como Bandeirantes e Anhanguera e com fácil acesso a Rodovia Fernão Dias. O empreendimento está próximo a um polo industrial rico e em uma cidade que apresenta constante crescimento e desenvolvimento. Com o apoio da prefeitura de Itatiba, o condomínio tem redução de IPTU e ISS.

O condomínio tem em sua infraestrutura resistência de piso de seis toneladas por m², pé direito livre de 12 metros de altura, duas docas niveladoras por módulo, sistema de sprinklers, iluminação natural, manta termo acústica, portaria com controle de acesso, segurança 24h, área de apoio aos motoristas, vestiários, refeitório, sala de reunião e bolsão para vagas de estacionamento de carretas e carros.

De acordo com o presidente da Colliers International Brasil, Ricardo Betancourt, Itatiba faz parte de um importante triângulo para o circuito da logística em São Paulo. “Composto pelo entorno das cidades de Campinas e região Metropolitana, Jacareí e São Paulo, e servida por importantes acessos, além de infraestrutura, a cidade figura na lista de busca dos principais operadores logísticos e das grandes indústrias. A alta eficiência logística do empreendimento e suas características asseguram que suas primeiras áreas logo estejam ocupadas”, finalizou Betancourt.

Fonte:http://www.imam.com.br/

segunda-feira, 24 de março de 2014

Novo sistema reduzirá espera por liberação de cargas


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A tentativa de minimizar os impactos dos gargalos logísticos nas principais rodovias e portos do país têm reunido entidades, governo e empresas privadas.
A Associação Brasileira de Terminais e Portos Alfandegados (Abtra) lançará neste mês de março, o Pedido de Embarque Eletrônico (Pem-e), com a promessa de diminuir o tempo de espera das filas de caminhões e navios nos principais portos do Brasil.

Hoje, os caminhões que acessam o maior complexo da América Latina, o Porto de Santos (SP), aguardam, em média, 36 horas pela liberação da Receita Federal para embarcar cargas de exportação. Com o novo sistema, a expectativa é diminuir a espera para 3 horas. Com a chegada da supersafra de grãos o novo sistema auxiliará na automatização e rapidez para a autorização no embarque dos granéis, e também de veículos, bobinas de aço e celulose.

“Todo o processo de entrega da documentação do pedido de embarque será solicitado através de um único site, que faz parte da Janela Única Portuária. Os exportadores poderão cadastrar os pedidos de cargas e a Receita Federal terá duas horas, nos períodos da manhã e da tarde, para interagir com o sistema”, adianta Vander Serra de Abreu, gerente de tecnologia da Abtra.

De acordo com Abreu, a Associação está em negociação com a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) para que o sistema de Pedido de Embarque Eletrônico interaja com o Sistema de Agendamento. No próximo dia 01 de abril, a associação participará de conferência da feira Intermodal South America 2014, em São Paulo (SP).

Fonte:http://www.imam.com.br/

quinta-feira, 20 de março de 2014

Sete lotes da BR-381 já estão licitados para duplicação
Governo afirma que reformas em 300 km são prioridade

O projeto para duplicação, restauração e adequação da capacidade da BR-381 prevê reformas em 303 km de extensão da rodovia em Minas Gerais. O trecho foi dividido em 11 lotes para contratação das empresas responsáveis pelas obras. Por enquanto, sete foram licitados. Outros três editais estão abertos desde o início de março e a previsão é que o último seja publicado nos próximos dias, segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

As reformas foram cobradas pelo presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), senador Clésio Andrade, em diversos contatos com o Ministério dos Transportes. Segundo ele, além do risco de acidentes decorrente das más condições da rodovia, a BR-381 se tornou um gargalo à economia de Minas Gerais, uma vez que eleva os custos do transporte, impedindo investimento de empresas e indústrias.

O trecho que deve passar pelas alterações vai de Belo Horizonte até Governador Valadares. Além de novas pistas e restauração da atual, serão construídos cinco túneis, 34 pontes e 66 viadutos, 31 passarelas, 150 paradas de ônibus e implantação de 133 mil metros de defensas. O Ministério dos Transportes afirma que a obra é considerada prioritária para o governo federal.

O DNIT anunciou o lançamento dos editais há aproximadamente um ano. Neste mês, o órgão divulgou um balanço das medidas já adotadas e afirmou que estão de acordo com o cronograma.

FONTE: CNT

quarta-feira, 19 de março de 2014

Governo Federal propõe novo modelo para ferrovias do país.


O novo modelo de ferrovias que o governo quer implantar vai forçar os atuais concessionários a abrir espaço para que concorrentes passem por suas linhas. O objetivo é aumentar a competição e derrubar o preço das tarifas. Mas, para que isso dê certo, é preciso convencer as empresas brasileiras a entrarem num ramo de negócio que ainda não existe no País: o de Operador Ferroviário Independente (OFI). Ele será uma empresa transportadora que terá trens, mas não terá linhas. Vai utilizar a infraestrutura de terceiros.
"Os candidatos naturais a esse negócio são usuários de ferrovia, pois o transporte é parte relevante do preço final deles", disse ao Estado o diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) Carlos Fernando do Nascimento. No País, 80% da carga dos trens são grãos e minérios. O diretor acredita que, além dos usuários, o negócio poderá atrair grandes operadores logísticos, armadores e transportadores rodoviários.
"Tem várias empresas que se manifestaram interessadas", confirmou o ministro dos Transportes, César Borges. Uma proposta para regulamentar o funcionamento dos OFIs foi colocada em audiência pública pela ANTT na quinta-feira passada, dia 6. Não há previsão sobre quando o regulamento ficará pronto. Dependerá, entre outras coisas, da complexidade das sugestões que serão apresentadas pelos interessados, explicou o diretor. O leilão do primeiro trecho ferroviário poderá ser realizado independentemente de as normas estarem prontas.
Modelo - O OFI é uma figura que casa com a nova proposta do governo para as ferrovias, no qual um concessionário construirá e manterá uma linha mas não terá carga. Essa será transportada pelos OFIs. É um modelo totalmente diferente do que está em vigor no País hoje, no qual os concessionários de ferrovia são também os donos da carga. A passagem de produtos de outras empresas é, às vezes, problemática. Por isso o governo de Dilma Rousseff optou pelo modelo chamado "aberto", no qual as cargas têm passagem livre.
Os OFIs poderão transitar também pelas linhas concedidas no modelo "antigo", segundo informou o diretor da ANTT. "Eles poderão utilizar a capacidade ociosa delas", informou. Há, porém, linhas em que há pouca ou nenhuma ociosidade. Um exemplo é a Estrada de Ferro dos Carajás, que liga a Ferrovia Norte-Sul ao porto de Itaqui (MA), e que está sendo duplicada. Ele acredita que, com a duplicação, haverá capacidade para acomodar os OFIs. Nas linhas saturadas, a ANTT poderá determinar ao concessionário que faça mais investimentos. "O concessionário também poderá negociar a ampliação da capacidade com o OFI", acrescentou.
Autorização - A proposta de regulamentação prevê que as empresas que preencherem os requisitos da ANTT serão autorizados a operar durante dez anos, renováveis por períodos iguais e sucessivos. Os preços a serem cobrados pelos OFIs serão livres, mas a ANTT poderá coibir abusos, disse o diretor. Se, por exemplo, a tarifa ultrapassar em mais de 150% o custo médio estimado para aquele trecho, a empresa será investigada pela agência conforme a lei de defesa da concorrência. No limite, ela poderá perder a autorização para operar como OFI.
A nota técnica que acompanha a proposta de regulamentação aponta para um preço médio de R$ 36,18 por mil toneladas quilômetros úteis (a unidade de transporte de carga). Mas o diretor afirma que não se trata de um tabelamento. "Esse é só um exemplo", disse. A cifra foi apurada nos estudos econômicos que embasaram o edital de concessão ferroviária.

Fonte: Paraná Online / Usuport - Adaptado pelo Site da Logística.

terça-feira, 18 de março de 2014

Investimento para manter ferrovias


ALL-Locomotiva
Nos últimos três anos, a concessionária de ferrovias América Latina Logística (ALL), investiu o montante de R$ 82 milhões em 20 novas máquinas que serão usadas para conservar o traçado das linhas férreas, no trecho detido pela companhia, e melhorar a extensão de rolamento dos trilhos nos ramais que possuem o tráfego intenso nos estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso. O objetivo é manter as boas condições da malha para a realização das operações.

A compra dos equipamentos, oriundos da Europa e Estados Unidos, fazem parte do planejamento estratégico firmado pela empresa em 2012. Dividido em duas etapas, a primeira fase do projeto teve início em 2013 e recebeu aportes de R$ 18 milhões para a compra de cinco máquinas. Este ano, a empresa colocou em prática a segunda parte do plano com o aditamento de R$ 64 milhões para a aquisição de 15 equipamentos. “O investimento contribuirá não somente para o aumento da produtividade e da segurança das nossas operações, mas também para a evolução do transporte ferroviário do país como um todo”, concluiu o gerente de via da ALL, Ederson Padilha.

A América Latina Logística (ALL) é uma das empresas do setor ferroviário que estará presente na 20ª edição da Intermodal South America - Feira Internacional de Logística, Transporte de Cargas e Comércio Exterior, que acontece de 1 a 3 de abril, no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP).

Fonte:http://www.imam.com.br/

segunda-feira, 17 de março de 2014

Store Automação agrega nova funcionalidade ao seu TMS para atender a obrigatoriedade MDF-e 


Módulo desenvolvido pela fornecedora de softwares orientados ao setor logístico facilita o processo de autorização junto à Sefaz, bem como a guarda do documento de forma eletrônica 

Pensando em atender seus clientes de ponta a ponta, a Store Automação incluiu no seu sistema de TMS (Transportation Management System) uma nova funcionalidade que permite estar em conformidade com a obrigatoriedade MDF-e (Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais), que tem como finalidade agilizar o registro em lote de documentos fiscais em trânsito e identificar a unidade de carga utilizada e demais características do transporte.
Em vigor desde janeiro deste ano, a MDF-e tem como objetivo a implantação de um modelo nacional de documento fiscal eletrônico que substitua a sistemática de emissão do documento em papel. Com validade jurídica garantida pela assinatura digital do emitente, simplificando as obrigações acessórias dos contribuintes e permitindo, ao mesmo tempo, o acompanhamento em tempo real das operações comerciais pelo Fisco, o documento deve ser emitido por empresas prestadoras de serviço de transporte.
A Sefaz definiu quatro datas para que as empresas entrem em vigor com a obrigatoriedade. Em janeiro, as empresas transportadoras que atuam no modal rodoviário, aéreo e ferroviário. Já em fevereiro foi a vez das empresas emitentes de Nota Fiscal Eletrônica, que são os embarcadores. Para julho estão previstas as empresas que atuam no modal rodoviário, não optantes pelo Simples Nacional e empresas que atuam no modal aquaviário. Por fim, outubro é mês dedicado às companhias que atuam no modal rodoviário, optantes pelo Simples Nacional.
Com uma parametrização no sistema TMS da Store, as empresas, tanto as transportadoras, como as embarcadoras, têm o processo de emissão do MDF-e simplificado. Para as transportadoras, é só escolher os conhecimentos de transporte que foram emitidos, relacionar no manifesto e solicitar a autorização junto à Sefaz, que devolverá o MDF autorizado. No caso das embarcadoras, é só escolher os documentos (Notas Fiscais Eletrônicas) que poderão ser facilmente integradas no sistema, relacionar no manifesto e solicitar a autorização junto à Secretaria da Fazenda.
Para facilitar o processo de autorização junto ao Fisco, a Store conta com o parceiro NDDigital, que realiza todo o processo e a guarda dos documentos eletrônicos. “Buscamos ofertar ao mercado produtos consolidados e reconhecidos que primam pela eficácia de toda a cadeia de distribuição, por isso estamos atentos ao mercado logístico para propor alternativas quer agilizem o processo do cliente”, finaliza o presidente da Store Automação, Wagner Tadeu Rodrigues.
Fonte:http://www.mundologistica.com.br/

sexta-feira, 14 de março de 2014

Drive in para otimizar estocagem


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A Girando Sol, marca de produtos de limpeza, instalou o drive in da Bertolini em sua nova fábrica em Arroio do Meio (RS).
A solução permite otimizar o aproveitamento do espaço físico, possibilitando o aumento da capacidade de estocagem e maior seletividade dos produtos.

O projeto foi desenvolvido pela equipe técnica da Bertolini, que analisou as particularidades e demandas da empresa até chegar à alternativa ideal. O sistema ocupa seis mil m² de área, com capacidade para 12.500 posições e será destinado para armazenagem dos estoques da fábrica de produtos de limpeza.

O gerente geral da Girando Sol, Marco Antonio Jaeger, explica que a Bertolini foi escolhida para fornecer as estruturas por apresentar a melhor solução custo/benefício. “O maior benefício do drive in é a durabilidade do equipamento e o menor gasto com manutenção, pois é construído com material e chapas pré-galvanizadas”, observa o gerente.

Além disso, esse produto oferece maior segurança e velocidade nas operações de carga/descarga, prevenindo o risco de acidentes aos operadores e danos estruturais ao sistema de estocagem. A solução é formada por blocos contínuos de estocagem, que permitem uma utilização máxima do volume disponível, com a redução de corredores para empilhadeiras. O processo de estocagem é realizado em profundidade e altura no bloco. Este sistema é indicado quando o custo do espaço é elevado e quando os produtos possuem pouca variedade.

Fonte:http://www.imam.com.br/