quinta-feira, 26 de abril de 2012

Delegar para Liderar....

Há muita confusão na hora de definir a fronteira entre poder e autoridade, informações paralelas podem de certa forma atrapalhar o bom andamento e condução de um negócio, Consultores são desafiados quando mapeiam processos até descobrirem que muitas vezes os maiores erros não estão nos recursos tecnológicos disponíveis, ou falta de capacitação profissional, nas estratégias de Marketing, ou na ineficiência Logística e etc., e sim na forma como Executivos lidam com a delegação de tarefas, então, Como levar ao conhecimento deste a importância do tema? Ainda mais, Como mudar esta postura, uma vez que isto esta enraizada na cultura organizacional?
Estamos vivendo a era pós-industrial (um novo mundo, onde o trabalho físico é feito pelas máquinas e o mental, pelos computadores. Nela cabe ao homem uma tarefa para a qual é insubstituível: ser criativo, ter ideias), (A sociedade pós-industrial se diferencia muito da anterior e isso se percebe claramente no setor de serviços, que absorve hoje cerca de 60% da mão de obra, total, mais que a indústria e a agricultura juntas, pois o trabalho intelectual é muito mais frequente que o manual e a criatividade, mais importante que a simples execução de tarefas) recursos físicos ainda que necessários já não mais superam os ativos intelectuais, empresas tidas como inovadoras de diversos segmentos e que dependem da força criativa para continuarem competitivas são hoje as mais valorizadas nas bolsas de valores mundiais, é só pensar no investidor quando aplica seu dinheiro, o faz pensando no retorno futuro, então, maquinários e histórico de sucesso talvez não seja mais destaque nesta nova era, mas ainda há Executivos que pensam desta forma e são os que mais contratam serviços de consultoria esperando talvez que os relatórios os digam: Deleguem aos seus colaboradores, uma empresa hoje é um organismo vivo e esta nas mãos dessas pessoas...
Delegar pode não ser uma tarefa fácil, depende muito de como conduz as informações e distribui responsabilidades, no entanto, delegar precisa obedecer a algumas políticas nas quais devem ser muito bem elaboradas de modo que sejam sentidas por todos e não haja dúvidas na cabeça de nenhum membro da equipe, mas é necessário desde já entender que todos sem exceções fazem parte da mesma equipe (Um líder que não sabe delegar competências é como se fosse um pássaro de uma asa só).
Alguns Gestores encontram certas dificuldades na hora de conduzirem suas equipes e por diversos motivos não encontram as razões que justificam essa falta de entendimento entre os “elos” colaborador/empresa/gestores, a saber, o colaborador tem necessidade de subsistência, evolução/desenvolvimento profissional e satisfação pessoal, ademais, quaisquer aspectos acrescidos ou ausentes a esses três devem ser encarados sob outro prisma.
Em meus trabalhos como assistente de consultoria identifiquei que muitos executivos ainda não sabem, não conseguem ou não querem delegar tarefas, e desta forma a imprecisão nas informações difundidas permeiam toda a extensão da estrutura hierárquica o que causa uma verdadeira confusão generalizada, é comum encontrar Organizações Profissionais cuja Política hierarquia não é conhecida e/ou entendida pelos membros desta e isso quase sempre esta associado à falta de delegação por parte do Executivo que de tanto se envolver em “pequenos assuntos” além de bloquearem seus chefes, acabam se afastando do principal objetivo que é a Liderança na condução do negócio em si.
Em mim vem a lembrança uma atividade que desenvolvemos em sala de aula na qual explicita claramente a importância da organização enquanto se conduz “um grupo, uma equipe, uma empresa” enfim quando há necessidade de tomar decisões e estas invariavelmente dependem de “você”, a esta atividade demos o nome de estudo de caso:
O Conselho de Jetro.
A época é o século XIV antes de Cristo. Liderados por Moisés, cerca de 600.000 hebreus saíram do Egito e estão indo em direção à Terra Prometida já faz algum tempo, ontem, houve uma batalha contra os Amalequitas, Moisés está muito cansado, porque teve que ficar o tempo todo em cima de uma colina, segurando o cajado no alto, para que os Hebreus vencessem a batalha, ainda bem que Aarão e Hur estavam lá para ajudá-lo, segurando seus braços.
Hoje, Moisés está recebendo a visita de Jetro, seu sogro, não tem muito tempo para falar com ele, pois fica de manhã até a tarde recebendo pessoas do povo, que ficam numa fila aparentemente interminável, aliás, Moisés quase não tem tempo para mais nada, Jetro observa que Moisés resolve todos os problemas trazidos pelas pessoas.
Bem no final da tarde, Jetro leva Moisés até o alto de uma colina, onde possam conversar sem serem incomodados. - Moisés, pergunta Jetro, Por que você tem que ficar julgando pessoalmente todos esses casos que lhe são trazidos? O que querem todas essas pessoas?
- Bem Jetro, as pessoas querem ouvir de mim a interpretação da vontade e das leis de Deus.
- Desse jeito você fica sem tempo para cuidar das questões realmente importantes. Por que você não manda outros fazerem esse serviço? Já pensou se todo mundo quiser falar com você?
- Ora Jetro esse é o meu serviço, e depois, já imaginou se os outros fizerem algo errado? - Isso não deve preocupá-lo Moisés, escolha pessoas competentes e crie um sistema hierárquico, forme grupos de 10 assistentes para falar diretamente com o povo, para cada 10 grupos de 10 assistentes designe um feitor ele será responsável pela análise dos casos que os assistentes não souberem resolver e para cada grupo de 10 feitores indique um supervisor, esse será o chefe de 100. O Supervisor resolverá os problemas que os feitores não souberem resolver, finalmente, para cada grupo de 10 supervisores indique um chefe, o chefe de 1000 resolverá os problemas que os Supervisores não souberem resolver, assim você terá que se preocupar com os problemas que os chefes de 1000 não conseguirem solucionar, isso deixara há você tempo para que cuide do que realmente é trabalho de um Líder.
- Jetro quer dizer que eles serão capazes de resolver problemas? - Moisés treine esse pessoal, ensine-lhes a lei e dê-lhes as melhores diretrizes para explica-las, faça os responsáveis, avise a todos que de agora em diante eles deverão ser procurados, aprenda a delegar Moisés.
- E como fazer a escolha?
- Procure alguns que você sabe que são mais responsáveis e peça ao povo que eleja outros, forme sua equipe dessa maneira.
- Jetro seguirei seu conselho, mas, ainda tenho receios. E se eles não aceitarem essa responsabilidade?
- Ora Moisés! Você conversa com DEUS de vez em quando, ou pelo menos é o que você diz, ele com certeza saberá aconselha-lho bem melhor que eu...
No dia seguinte Jetro, o primeiro consultor de executivos da História voltou para casa...
Professor: Stefano Addeo Neto-Universidade Nove de Julho

Responda as perguntas: Em essência, o que Jetro recomendou a Moisés? Quais as condições para que as recomendações de Jetro funcionem? Algumas pessoas recusariam a responsabilidade de auxiliar Moisés? O que proporia para persuadir os que recusassem? Ou você ficaria somente com os que aceitassem? Em sua opinião a recomendação continua atual? Por quê? Muito tempo se passou desde aquela tarde na colina do deserto e o que mudou de lá para cá?
Notamos que boa parte dos conflitos ocorridos entre colaboradores e gestores é devido ao fato de que cada um entende uma linguagem diferente, enquanto chefes cobram dos colaboradores certos resultados, estes são, de certa forma, instruídos a perseguirem outros, os conflitos vem à tona sob a forma de cada um defender suas orientações, aceitações e/ou convicções é o que ocorre com mais freqüência, darei um exemplo:
Recentemente realizamos um trabalho de Consultoria em uma organização do Ramo Alimentício Varejista com 06 Lojas, 01 Centro de Recebimento/Expedição e 01 centro Administrativo no qual se relaciona com todas as casas e com o centro de Recebimento/Expedição mediante e-mails e telefonemas, cada departamento é “Independente em suas atribuições” segundo o Diretor.
Na dinâmica de Recebimento de mercadorias “naturalmente” ocorrem divergências de valores entre pedidos de compras e valores nas notas fiscais, quando informados ao setor Compras, este autoriza o recebimento dado às divergências de valores para mais informando ter sido um erro de digitação, por exemplo, o setor Financeiro cujo controle versa em verificar dentre outros os pedidos e as consequentes entradas de notas no sistema reclamam com o Gestor o cadastramento desta nota fiscal em sistema com valores acima do pedido de compra, enquanto este procura corrigir e identificar as falhas é informado pelos seus subordinados que a autorização foi dada pelo setor de Compras que tem autonomia para tal, atentando para o Financeiro a justificativa é a de que só podem efetuar tal pagamento com prévia autorização da Diretoria, enquanto se desenrola este caso imaginem o tamanho do estresse causado e mais todos esses setores recebem ordens específicas dos Executivos, portanto Compras defende-se sob a sombra do seu superior hierárquico, o Financeiro idem, o Gestor é Político para não entrar em atrito com ninguém e o colaborador no final das contas leva a culpa.
Não é a toa que comentários depreciativos percorrem setores e que muitos tomaram para si um jeitão todo especial de se dar bem, Liderança quando há, deve se preocupar tão somente para que todos sigam as mesmas diretrizes e de forma alguma sejam desvirtuados por ordens e diretrizes paralelas que atendem mais a caprichos pessoais do que a um interesse em conjunto.
Liderança é discutida por todos exaustivamente como o modelo ideal, enquanto Chefia parece ser a ideia contraria, já escrevi em outros textos tentando separar com definições e conceitos um e outro respeitando as características necessárias para sua implantação, mas entendo que a Chefia deve ser também entendida pelo pretenso Chefe como a realização de uma política de Liderança e servir a este propósito, então o que há de errado quando as coisas não andam bem, talvez a resposta esteja mais acima, quanto mais envolvido com questões “pequenas”, mais distante se esta da prática da Liderança então Delegar passa a ser imperativo para que as coisas andem bem e não se desvie do foco que em síntese é Liderar se lhe faltar discernimento ou qualquer coisa que o limite, como disse Jetro a Moisés, ainda que não seja Moisés: “Converse com DEUS de vez em quando, ele com certeza saberá aconselha-lho bem melhor que eu.”.
Fontes:

quarta-feira, 25 de abril de 2012

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sexta-feira, 2 de março de 2012

Conamerco - Congresso de Administração do Mercosul


CONAMERCO - Congresso de Administração do Mercosul
Tema : A Dinâmica da Logística no Mercosul - Administração, Tecnologias e Desafios para o Futuro

Aquecimento do mercado de shopping centers exige logística mais eficiente

No ano passado, de acordo com a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), o setor de shopping centers faturou R$ 108 bilhões, resultado 18,6% maior em comparação ao registrado em 2010. De acordo com a entidade, hoje, existem 430 shopping centers e mais de 80 mil lojas espalhados por todo o país.
Pelos corredores dessas centenas de estabelecimentos circulam mensalmente 376 milhões de pessoas. Essa multidão de consumidores não tem a mínima ideia da verdadeira maratona logística, realizada nos bastidores de cada empreendimento, para atender à forte demanda de lojas dos mais diferentes segmentos. “Fundamentais em todo o processo de venda e abastecimento dos shoppings, os operadores logísticos têm pouquíssimo tempo para efetuar as entregas e retiradas de produtos nesse tipo de comércio”, esclarece o diretor de Logística da TGestiona, operadora logística do Grupo Telefônica, Maurício Pastorello.
O executivo explica ainda que todo o trabalho é cronometrado e tem de atender às exigências específicas de cada shopping, desde a documentação dos profissionais e veículos até o tamanho dos carros e caixas de transporte, bem como a utilização de acessos restritos do prédio, acompanhamento de seguranças e planejamento minucioso de cada operação. Com 10 anos de experiência no segmento de logística, a TGestiona concentra grande parte do seu trabalho ao atendimento de clientes com lojas instaladas em shopping centers.
“Diariamente realizamos algum tipo de operação em mais de cem shopping centers em todo o país, totalizando 146 mil entregas por mês” afirma  Pastorello. O executivo ressalta que, para atender aos agressivos níveis de serviço (SLA) exigidos e estabelecidos em contrato, a TGestiona, entre outras ações, mantém centros de distribuição (CD) e hubs em posições geográficas estratégicas. “Com um fornecedor eficiente e um bom planejamento da logística, isto, aliás, a chave do lucro do varejo, os lojistas de shopping centers podem reduzir os custos do negócio e evitar a perda de oportunidades de venda por falta de produto”, defende o diretor de Logística da TGestiona.
 Neste ano, os operadores logísticos especializados em shopping centers têm no cenário dos negócios excelentes perspectivas de crescimento. De fato, a estimativa é que as receitas do setor cresçam 12% e que, apenas em 2012, sejam inaugurados 43 empreendimentos, 29 deles fora das capitais. E mais, uma pesquisa da PriceWaterhouseCoopers, revela que, nos próximos dois anos, 55% dos shopping centers no país pretendem expandir suas operações. “Com o crescimento do setor, vamos nos tornar ainda mais competitivos nessa área, com a oferta de soluções cada vez mais eficazes, custos adequados e redução do tempo de reposição e coleta de produtos”, conclui o executivo

Fusões e aquisições: Press Log e C2X unem-se para assessorar empresas do setor de logística e transportes


Entrevista com Roberto Oliva (Press Log)
Com o objetivo de aumentar a oferta de serviços prestados ao mercado, a Press Log e a C2X anunciaram, recentemente, a criação de uma divisão de negócios especializada em realizar processos de fusão e aquisição exclusivamente para empresas dos setores de logística e transportes. O anúncio gerou grande repercussão, principalmente do Brasil, Espanha e Portugal, países que são o foco da atenção das atividades das empresas Press Log e C2X Log.

As empresas se propõem a desenhar e executar projetos operacionais e estratégicos, que por sua característica e complexidade, necessitam de experiência e dedicação intensa de uma organização de consultoria externa com amplos conhecimentos nos setores de logística e transportes.
O acordo de colaboração firmado entre as duas empresas aumenta o poder de competitividade de ambas – o diálogo entre as organizações iniciou-se há vários anos e foi culminado a partir do último trimestre de 2011. A Press Log está presente nos mercados de Portugal e da Espanha e conta com correspondentes em todo o mercado europeu. Já a C2X Log tem uma forte presença e conhecimento do mercado brasileiro e latino americano.

Roberto Oliva, Diretor da Press Log
Os diretores de ambas empresas, Roberto Lacerda Oliva (Press Log) e Pérsio de Carvalho Júnior (C2X), comentam que ao longo dos últimos cinco anos tiveram oportunidade de participar de mais de 40 projetos ligados ao negocio de fusões e aquisições envolvendo empresas de logística e de transportes. E que no período, houve a materialização de uma média de 4 projetos ao ano: em geral um projeto de compra, um projeto de venda e dois projetos de fusões e/ou de cisões entre empresas.
O interesse crescente pelo continente latinoamericano é outro fator destacado pelos executivos. Há grande interesse de empresários europeus e norte americanos para realizar operações no continente latinoamericano, principalmente em países como o Brasil, Chile, Colômbia e México. As empresas, sentindo a necessidade de acompanhar e atender a demanda de seus clientes procuram empresas no exterior para ampliar seus negócios sendo bem assessoradas podem alcançar um novo patamar de desenvolvimento.
A seguir, confira entrevista de Roberto Lacerda Oliva (Press Log), acerca da assessoria às fusões e aquisições nos segmento de logística e transporte e sobre o impacto deste novo serviço no mercado :
Por que razão a Press Log e a C2X decidiram se juntar para oferecer este tipo de serviço? Já fizeram algum projeto do tipo no Brasil?Roberto Oliva: Nossa decisão (Roberto Oliva e Pérsio de Carvalho Jr) foi motivada porque as empresas são complementares, formam uma associação importante para atender ao denominado mercado iberoamericano. Atualmente, as empresas dispõem de um considerável número de projetos em carteira.
Quanto este mercado movimenta no Brasil atualmente? E no mundo? Roberto Oliva: Atualmente, existem mais de 100 grupos internacionais que manifestaram interesse em realizar projetos de compra de alguma empresa de logística e de transportes no Brasil. A Press Log e a C2X Log trabalham com a expectativa de firmar entre 3 e 5 operações ao longo do ano 2012. Existem vários estudos que informam sobre o tamanho do mercado, porém nos setores de nossa especialização as informações são muito confusas.
O mercado brasileiro de logística e transportes para este tipo de processo – fusão e aquisições – está aquecido?Roberto Oliva: O Brasil acaba de assumir a sexta posição como o país com maior PIB do mundo. Os grandes expoentes da indústria de logística e de transportes querem estar presentes no País. Além desta situação de fortaleza econômica, os eventos internacionais que o país sediará ajudam a acelerar o interesse de tais grupos para investir. Além disso, os setores de L&T são grandes geradores de fluxo de caixa, o que amplia o interesse de grupos de capital e risco e de fundos de pensões em investir neste segmento.
O que um projeto de fusão e aquisição, específico para os setores de logística e transportes, envolve? O Brasil e as empresas brasileiras estão maduros para este tipo de processo? Roberto Oliva: Um projeto de fusão e aquisição envolve um trabalho de muita concentração, de um estudo detalhado dos aspectos operacionais, comerciais, administrativos, financeiros e mercadológicos das empresas que querem participar de um processo semelhante. Empresas como a Press Log e a C2X Log, com dedicação exclusiva para o setor, permitem que o empresário mantenha sua empresa com uma atividade normal, enquanto nos ocupamos de realizar o projeto, desde o seu inicio até a conclusão.
Quais são os maiores desafios no caso de fusões e aquisições? Roberto Oliva: Encontrar o produto adequado para o cliente que confia em nossas organizações. Num projeto de fusão empresarial, o resultado de 1 + 1 deve ser necessariamente um número superior a 2. Em um projeto de compra ou venda, por exemplo, temos a obrigação como profissionais, de oferecer todas as garantias de êxito para o empresário.
O que a Press Log e a C2X esperam ganhar com esta parceria? Já possuem algum projeto em vista?Roberto Oliva: Nossas empresas já ganharam uma enorme ampliação de sua capacidade de prestação de serviços. O Brasil é um país irmão de Portugal e tem na Espanha um dos países que maior investimento realiza em nossa economia. A capacidade de abordar projetos com eficiência e com eficácia é o que o mercado já vem reconhecendo nos serviços que prestamos.
Por que as empresas decidem se fundir? Quais os ganhos advindos para empresas dos setores de logística e transporte, neste caso? Roberto Oliva: Normalmente, as empresas decidem fundir seus negócios para aumentar a capacidade de competitividade que individualmente não dispõem. Tomamos como exemplo uma organização que dispõe de grande capacidade de resposta na região central do país e que tem pouca expressão na região sudeste. Uma análise do potencial de negócios que ambas organizações podem dispor com uma fusão de suas organizações é, de uma maneira bastante simples, o que uma empresa como a nossa pode garantir para as partes contratantes.
A Press Log é uma organização que dispõe de uma divisão para abordar processos de fusões e aquisições, atuando para empresas dos setores de logística e de transportes. A C2X Log é uma empresa de consultoria que oferece vários serviços para os seus clientes, inclusive assessoria em processos de fusões & aquisições. A Press Log atua nos mercados do Brasil, Espanha e Portugal e mantém correspondentes em vários países, e a C2X Log mantém atuação no Brasil.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Santos Brasil movimentou mais de 1 milhão de contêineres em 2011

Empresa teve crescimento de 6,7% nas operações em relação ao ano anterior em movimentou 1.001.870 contêineres durante todo o ano que passou
07/2/2012
7h10
Leonardo Andrade, editor-chefe do Portal Transporta Brasil
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A Santos Brasil comemora a marca de mais de um milhão de contêineres movimentados em 2011. Segundo número da empresa, a movimentação no ano passado foi de 1.001.870 contêineres, com crescimento de 6,7% em relação a 2011.
A operadora conquistou participação de 53% dos contêineres cheios no Porto de Santos, de acordo com dados da Companhia de Docas do Estado de São Paulo e prevê movimentar, em 2012, 1,73 milhão de TEUs (unidade referente a um contêiner de 20 pés).
Segundo o diretor da Santos Brasil, Marcos Tourinho, o resultado positivo seguiu o alto desempenho da empresa em outras unidades, com recordes de produtividade operacional. “Com uma média trimestral de 80 Movimentos Por Hora (MPH), o Tecon Santos se consolida como o terminal de contêineres com maior produtividade no Brasil, chegando aos mesmos patamares de eficiência dos principais operadores de terminais de contêineres do mundo”, diz.
Em 2011, a Santos Brasil teve crescimento de quase 30% na receita líquida, com R$ 1,124 bilhão faturados, contra os R$ 865,5 de 2010. O EBITDA (lucro operacional antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 456,9 milhões, um aumento de 47,3% em relação ao ano anterior. A margem EBITDA foi de 40,6%. O lucro líquido consolidado bateu a marca de R$ 246,6 milhões, elevação de 120,2% se comparado com o mesmo período de 2010.
Os terminais de Santos (SP), Imbituba (SC) e Vila do Conte (PA) da companhia e suas unidades de logística tiveram investimentos de R$ 196,7 milhões em 2011. A Santos Brasil finalizou as obras de expansão do cais no Tecon Imbituba e adquiriu dois guindastes preparados para atender os navios SuperPost Panamax na região. Para o Tecon Santos foram adquiridos 12 novos RTG twin picks (capazes de içar dois contêineres de 20 pés) além de 30 novos terminal tractors para substituir os caminhões de uso interno. Em Vila do Conde, os investimentos foram direcionados para expansão do pátio, aquisição de empilhadeira e balanças, além da abertura de mais dois Gates de entrada e saída.