segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Quantidade de etanol na gasolina deve aumentar para 25% até abril



Com o aumento da mistura, a tendência é que o preço do combustível seja reduzido  

A diretora-geral da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível), Magda Chambriard, anunciou que a quantidade de etanol na composição da gasolina vai subir de 20% para 25%, possivelmente entre março e abril.
Com o aumento da mistura, a tendência é que o preço do combustível seja reduzido. O Sindicom (Sindicato Nacional das Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes) não soube informar qual seria a redução no preço.
Segundo a Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), a decisão deve ser anunciada o quanto antes para que os produtores possam planejar a próxima safra. A safra da cana tradicionalmente é encerrada em abril.
Segundo Chambriard, o aumento do etanol na gasolina vai depender da previsão da próxima safra. A Unica diz que os produtores estão prontos para atender a demanda.
Para Alísio Vaz, presidente do Sindicom, a medida não vai interferir na possibilidade de a Petrobras reajustar o preço da gasolina. “Uma questão não depende da outra. A maior quantidade de etanol só ajuda a reduzir as importações de gasolina.”
Em 2012, as importações do combustível dispararam, somando 3,78 bilhões de litros ou 70% a mais do que em 2011. O gasto foi de US$ 2,91 bilhões, ante US$ 1,6 bilhão no ano anterior.
O aumento do preço dos combustíveis é uma demanda da Petrobras, que não repassou aos consumidores os custos do produto importado e, assim, não pressionou ainda mais a inflação no ano passado, quando o índice de preços fechou em 5,8%, próximo do teto do governo, que é de 6,5%.
Silas Colombo, repórter do Portal TrBrasilansporta 

Via Dutra completou 62 anos neste sábado (19)

Distância de 405 quilômetros entre São Paulo e Rio de Janeiro é percorrida em seis horas atualmente, frente às 12 horas gastas em 1948





No último  sábado, 19 de janeiro, a Rodovia Presidente Dutra, ou simplesmente Via Dutra, completou  62 anos de operação. Desde sua inauguração, a rodovia, por onde hoje é transportado cerca de 50% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, passou por transformações que acompanharam o crescimento populacional e econômico do País, e por sua vez, foi fundamental para o desenvolvimento dos municípios por ela servidos.
Hoje, cerca de 23 milhões de pessoas em 36 municípios, levando em conta as capitais São Paulo e Rio de Janeiro, habitam no entorno da rodovia.
Inauguração reduz tempo de viagem pela metade
No dia 19 de janeiro de 1951, quando foi inaugurada pelo Presidente da República, general Eurico Gaspar Dutra, em solenidade realizada na altura de Lavrinhas (SP), a então BR-2, nova rodovia Rio-São Paulo, ainda não estava completamente pronta, mas já permitia o tráfego de veículos entre, a então Capital Federal, Rio de Janeiro e o pólo industrial de São Paulo.
Dos seus 405 quilômetros atuais, 339 estavam concluídos com todos os serviços de terraplenagem e 115 obras de arte especiais (trevos, viadutos, pontes e passagens inferiores). Faltava, porém, a pavimentação de 60 quilômetros entre Guaratinguetá (SP) e Caçapava (SP) e seis quilômetros em um pequeno trecho situado nas proximidades de Guarulhos (SP).
A BR-2 contava com pista simples, ou “pista singela” como tratavam os técnicos, operando em mão-dupla, em quase toda sua extensão. Em dois únicos segmentos havia pistas separadas para os dois sentidos de tráfego: nos 46 quilômetros compreendidos entre a Avenida Brasil e a garganta de Viúva Graça (hoje, Seropédica), no Rio de Janeiro, e nos 10 quilômetros localizados entre São Paulo e Guarulhos, no trecho paulista.
A nova rodovia foi construída com as mais modernas técnicas de engenharia da época e com equipamentos especialmente importados o que permitiu a redução da distância rodoviária entre as duas capitais em 111 quilômetros. Sua concepção avançada permitiu, ainda, a suavização de curvas, aclives e declives. Essa soma de fatores resultou na redução do tempo de viagem, de 12 horas, em 1948, para 6 horas.
Silas Colombo, repórter do Portal Transporta Brasil



quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

GERENCIAMENTO DA LOGÍSTICA DE CONTÊINERES VAZIOS


Um dos maiores desafios enfrentados pelas grandes companhias de navegação é administração e gerenciamento da chamada logística de contêineres vazios.
Atualmente, o transporte de carga conteinerizada responde por grande parte do transporte de cargas no comercio internacional, em um processo dispendioso e que exige planejamento adequado. Na grande maioria das vezes, as rotas que compõem o comércio marítimo são desequilibradas, devido ao fato de muitas localidades demandarem certas mercadorias e outras ofertarem tais mercadorias.
Esse desequilíbrio, também conhecido com imbalance, é responsável pela existência da logística de contêineres vazios, uma vez que estes acabam sobrando ao final de um ciclo nos portos demandantes e podem faltar nos portos ofertantes.
O ciclo padrão de um contêiner apresenta o transporte dos vazios para os depósitos e dos depósitos para os clientes, voltando para os portos para carregamento.
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No projeto realizado, o objetivo das ações realizadas é tornar eficiente o gerenciamento dos vazios, como o reposicionamento de contêineres (de um porto demandante para um ofertante), que impacta na capacidade de atendimento da companhia, uma vez que os vazios ocupam espaços que poderiam ser utilizados por contêineres cheios, o leasing (aluguel) de contêineres vazios e até a perda de determinados clientes, que deve ser considerada no planejamento da empresa.
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Foram desenvolvidos modelos de simulação e otimização que abordam a logística de contêineres vazios, utilizados como poderosas ferramentas de auxílio para a tomada de decisões referentes às ações tomadas para transporte de vazios. Entre outras perguntas respondidas pelo modelo desenvolvido é a quantidade de vazios que podem ser reposicionados, em detrimento dos cheios que não podem ser transportados por falta de espaço e futuras perdas de transportes por falta de vazios disponíveis num porto ofertante.

A LOGÍSTICA VERDE E O CUSTO LOGÍSTICO


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A logística Verde, conceito definido em tópico passado desse blog, está relacionada a iniciativas e preocupações com os aspectos da atividade logística e seu entorno (sociedade, meio ambiente, economia, etc.). E a primeira e grande preocupação dos administradores e tomadores de decisão são os custos associados a essas iniciativas. É na avaliação do trade-off entre o verde e o financeiro que está o ponto crucial dessa forma de se fazer logística.
Inegavelmente, um dos propósitos primais da logística é reduzir custos (especialmente de transporte). Entretanto, as estratégias de redução de custos são usualmente antagônicas à consideração da variável ambiental na gestão empresarial. Um exemplo bem simples seria a programação de entrega de produtos usando uma frota de veículo antiga ou uma frota de veículos renovada. Certamente a adquisição da frota antiga é mais barata do que a aquisição da frota renovada.
O que acontece é que os custos relacionados a possíveis economias logísticas não “somem”, não evaporam no ar, mas são externalizados no sistema. Isso quer dizer que quem assume essa diferença de custo é o meio ambiente, com consequências como maior emissão de CO2, maiores riscos de vazamentos e acidentes, destinação irresponsável dos insumos, maior geração de resíduos, entre outro. Como o meio ambiente é uma fonte não renovável de geração de recursos, esses custos causam prejuízos irreparáveis à nossa geração e às gerações futuras.
A adoção de politicas de logística sem a consideração ambiental – consequentemente mais baratas, causa uma primeira percepção do usuário, do consumidor e do gestor de benefícios na redução dos custos financeiros diretos.
logistica-verde-150x150Entretanto, o fenômeno hoje é que a sociedade está cada vez menos propensa a aceitar e absorver esse custo irreparável, e a pressão tem invariavelmente crescido para inclusão de considerações ambientais nas operações logísticas. Por tal motivo, a preocupação com a preservação do meio ambiente está diretamente relacionada à sobrevivência das corporações.
Outro ponto que é mais difícil de ser mensurado diretamente é relação entre o investimento em políticas ambientais e os retornos financeiros da empresa. Segundo avaliação do DSJI (Dow Jones Sustainability Group Index), o índice de benchmark mais reconhecido mundialmente na questão de sustentabilidade e responsabilidade ambiental, baseado na análise dos desempenhos econômicos, ambientais e sociais (com pesos iguais para as três variáveis) de mais de 3000 companhias globais, as empresas que adotam procedimentos operacionais com vistas a reduzir os impactos ambientais de suas atividades estão obtendo em geral um maior retorno financeiro. Para comprovar essa relação, foi realizado um estudo por pesquisadores da Universidade de Granada na Espanha, disponibilizado gratuitamente aqui (disponível em inglês) utilizando a base de dados do DSJI. Segundo os pesquisadores, em uma avaliação de curto prazo, a correlação entre o desempenho econômico e o investimento em alternativas ambientais é negativa. Ou seja, o desempenho econômico é prejudicado com a implantação de políticas ambientais nos primeiros anos.
Assim, é necessária que para que a adoção de políticas ambientais torne-se vantajosa, haja uma readequação da mentalidade de investimento das companhias, tornando-as capazes de absorver e avaliar objetivos de longo prazo.
Quem pode desempenhar um papel importante nesse aumento de capacidade de percepção dos benefícios das políticas ambientais é o governo, com a adoção de medidas legais e financeiras que beneficiem as práticas ambientais.
publicado originalmente em : Logistica Descomplicada] por Thiago Brito







  

Dell lista as prioridades de investimento em TI para 2013


Cloud Computing

Três áreas devem consumir os principais investimentos nas pequenas e médias empresas


Um recente estudo realizado pela Dell mapeou as                  
 prioridades de investimentos em tecnologia da informação 
das médias empresas planejadas para 2013. 

O levantamento, batizado de (Pesquisa sobre Estratégias de Médias Empresas, na tradução) identificou que a atualização da infraestrutura representa a principal preocupação dos CIOs, diretores e gestores de TI em todo o mundo para este ano.

Segundo o estudo, o segundo principal desafio das áreas de TI das médias empresas em 2013 é resolver questões ligadas à segurança da informação. Essa tendência deve-se ao fato de que essas companhias estão mais cientes do aumento dos riscos a que estão expostas, pelo fato de muitas delas não terem os recursos necessários para se recuperar das consequências de longo prazo geradas por uma falha de segurança grave.

O terceiro tema prioritário para os executivos de TI das companhias de médio porte, segundo o relatório da Dell, é a adoção de cloud computing(computação em nuvem). “Essa tendência se justifica pelo fato de que, cada vez mais, as médias empresas percebem que as soluções e serviços na nuvem são a única forma delas acessarem, por um custo adequado, o que há de mais avançado em termos de tecnologias e, assim, garantirem o crescimento e a competitividade dos negócios”, explica Luis Gonçalves, diretor de Vendas para Mid Market da Dell América Latina.

Ainda na pesquisa realizada pela Dell, que consultou mais de 2,3 mil executivos de empresas de médio porte, a quarta prioridade de investimento em TI é ampliar o uso da virtualização. Entre os entrevistados, a maioria dos executivos da Alemanha, Índia e Estados Unidos apontou que cerca de 50% dos servidores já são virtualizados.

“Esse estudo demonstra que as empresas de médio porte têm preocupações bastante parecidas com as das grandes corporações. Apesar de, na maior parte das vezes, apresentarem orçamentos menores e, portanto, exigirem projetos com custos mais competitivos e resultados mais eficientes”, afirma Gonçalves. “O que também diferencia as médias empresas é o fato de que elas exigem soluções flexíveis e escaláveis, que permitam se adaptar rapidamente às demandas. Uma preocupação que tem norteado o portfólio de soluções de TI da Dell e as diversas aquisições realizadas pela companhia nos últimos anos”, complementa.



17 de Janeiro de 2013 -
Fonte :http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital


Gestão de frotas proporciona economia para as empresas


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A Nutricash, especialista no desenvolvimento de produtos e serviços direcionados ao gerenciamento de frota e concessão de benefícios ao trabalhador, disponibiliza aos clientes a família MaxiFrota, composta por MaxiFrota Combustível, MaxiFrota Combustível Eletrônico, MaxiFrota Gestão de Abastecimento e seu mais novo produto, o MaxiFrota Gestão de Manutenção
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“Um sistema de gestão de frotas permite uma visão ampla de todos os aspectos operacionais e gerencias para otimizar o custo e o desempenho dos veículos em sua utilização, explica Alceu Marques, gerente de inteligência de mercado da Nutricash.

O MaxiFrota Gestão de Manutenção, aliado ao MaxiFrota Gestão de Abastecimento, possibilita a administração integral da frota. Composto por três módulos, o sistema Gestão de Manutenção permite o controle das manutenções preventivas e corretivas dos veículos, vida útil de pneus e suas movimentações e do estoque de peças.

A vantagem do serviço é o controle em tempo real pela web. Além disso, a Nutricash fechou uma parceria com o CESVI Brasil – Centro de Experimentação e Segurança Viária, para que os clientes possam utilizar como referencial para a tomada de decisões o banco de dados do centro de pesquisa, o que garante informações atualizadas de preços de peças e reparações automotivas.

Fonte:http://www.imam.com.br/revistaintralogistica/

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Produto eficaz para manutenção de usinas de álcool e açúcar

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A Tapmatic disponibiliza para as usinas de álcool e açúcar os produtos da linha Plasteel, voltados para a total recuperação das superfícies desgastadas pela corrosão e abrasão durante a moagem da cana. Fáceis de aplicar e altamente resistentes, os produtos aumentam a vida útil das máquinas e instalações e, em muitos casos, permitem que a manutenção seja necessária apenas a cada duas safras. Com ajuda das soluções oferecidas pela Tapmatic, as usinas enfrentam os usuais oito meses ininterruptos de moagem de cana de cada safra com total produtividade.
Os principais produtos da Tapmatic para as usinas são o Plasteel Diamantado e o Plasteel Cerâmico Pintável Azul. Com excelente adesão sobre todos os tipos de metais, inclusive o aço inox, os produtos apresentam em sua fórmula resinas epóxis bi-componentes para remodelar superfícies desgastadas, oferecendo camada que protege contra abrasão e ataque químico, ideais para recuperar as bombas danificadas e também para uso em equipamentos novos, fazendo uma manutenção preventiva, sempre promovendo uma proteção altamente eficaz contra desgastes.
A recuperação e manutenção preventiva das bombas, por exemplo, é feita em apenas duas etapas: começa com a aplicação de Plasteel Diamantado (revestimento epóxi bicomponente, reforçado com microesferas inertes especiais de altíssima dureza, que confere à superfície dureza e resistência à abrasão semelhante à do diamante) e é concluída com Plasteel Cerâmico Pintável Azul, que formará um acabamento cerâmico vitrificado.
fonte:http://www.imam.com.br/revistaintralogistica/ultimas-noticias/produto-eficaz-para-manutencao-de-usinas-de-alcool-e-acucar.