Nas décadas passadas, principalmente as de 60 e 70, o foco principal do gerenciador logístico era a redução de custos. Esse objetivo foi alcançado com uma sensível redução de custos logísticos, mediante novos conceitos e utilização intensiva de tecnologia. Porém, atualmente, é necessário mais que redução de custos. Com a transformação da era industrial para a era da informação, será exigido do profissional de logística que ele foque não somente na redução de custo, mas também na criação de valor.
Por outro lado, a mudança do ambiente
econômico, com abertura de novos mercados, globalização e crescimento
das aquisições tem chamado a atenção de muitas organizações em como
melhorar seus produtos e serviços por meio de uma rede complexa de
fornecedores, manufaturas e intermediários. Deste modo, a única certeza
sobre o ambiente de negócios é que ele continuará mudando. Isto requer
uma procura incessante das empresas por novas preposições de valores de
maneira a ter uma relação orientada a dar valor aos clientes. Portanto,
em mercados competitivos, alcançar uma vantagem concorrencial pela
diferenciação do desempenho do produto é difícil, uma vez que os maiores
participantes do mercado têm produtos com desempenho similar. Do mesmo
modo, a paridade de preço pode ser alcançada com surpreendente
facilidade. No entanto, a empresa pode ter um impacto positivo na
satisfação do cliente ao prover serviços logísticos acima do padrão, não
sendo facilmente copiáveis, mas que, muitas vezes, são ignorados como
uma ferramenta competitiva. Em outras palavras, a relação entre
fornecedores e compradores baseada somente no fator preço não é mais
apropriada no gerenciamento da cadeia de suprimentos.
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